Um dos principais nomes do rock nacional, banda agitou, mais uma vez, o BeFly Hall, em BH
(Por Luciana Souza) E lá se vão 41 anos de Biquini (Cavadão). Uma das bandas mais importantes (e históricas) do rock nacional comemorou a data em Belo Horizonte, no sábado (21), com mais um show de carisma e hits no BeFly Hall. Muito carisma e energia lá em cima, foi o que eles, mais uma vez, entragaram na apresentação em Belo Horizonte. A banda é formada por Bruno Gouveia (vocal), Miguel Flores (teclado), Álvaro Birita (bateria) e Carlos Coelho (guitarra), e atualmente eles são acompanhados pelos músicos convidados Marcelo Magal (ex-Rodox, no baixo) e Walmer Carvalho (sax, flauta, percussão, violão e vocal de apoio).
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Eles andaram pelas quatro décadas de sua história, para uma casa cheia e sedenta de música boa. Foi um verdadeiro desfile de hits, começando da melhor forma possível, com Zé ninguém, uma das principais músicas da banda. Na sequência, para manter o astral elevado, o cover de Jorge Ben Jor, Chove chuva, que ficou bastante conhecida com eles. Uma novidade surge para se juntar à lista de músicas com nomes de mulheres. Antes de Janaína e Dani, eles passaram a executar Carla, grande hit do início dos anos 2000, da banda LS Jack.
A parceria do Biquini com Renato Russo, Múmias, é a próxima, seguida por outra imperdvível, ou melhor, impossível. Vento ventania e No mundo da lua, um dos primeiros sucessos do Biquini. Aliás, por falar em início de carreira, um dos momentos mais tocantes do show é quando Bruno, Miguel e Coelho relembram alguma “velharia”. E para esta apresentação, a música escolhida foi Domingo, que está no primeiro disco deles, Cidades em torrente (1986). Alegria da maioria da turma 50+, que esperava realmente alguma das antigas.
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Complentando o setlist, dois covers, já presentes nas apresentações deles, Carta aos missionários, do Uns e Outros, e Camila, Camila, da banda gaúcha Nenhum de Nós, seguida por Timidez. A seguir, um dos momentos, digamos, dispensáveis. O guitarrista Carlos Coelho, ao lado de Miguel, Biria e Magal, lança uma série de riffs famosos do rock mundial, como Highway to Hell e Back in Black (AC/DC), (I Can’t Get No) Satisfaction (Rollinb Stones), Smoke on the Water (Deep Purple), Seven Nation Army (White Stripes), Inútil (Ultrage a Rigor), Eu quero ver o oco (Raimundos), É uma partida de futebol (Skank), Money for Nothing (Dire Straits), entre outros.
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E na sequência, para fechar com chave de ouro, o grande hit Tédio. O Biquini é uma banda que sempre se reinventa, tanto que seguem lançando músicas novas, como A Vida Começa Agora, também apresentada no show. Uma junção de novidades, com clássicos que marcaram época, e seguem marcando. Vida longa ao Biquini, pra sempre Cavadão, e que venham mais 41 anos de competência e alto astral.
Confira algumas imagens da apresentação, nos cliques de Thiago Lemos/Vianello/Divulgação:








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